QIX e Massaki montam Time de Rima

QIX e Victor Massaki lançam Time de Rima com Fauzi, Vick Vi, Dherik e Kairos, fortalecendo a conexão entre skate, freestyle e cultura urbana. Confira agora mesmo.

Victor Massaki e Time de Rima QIX reunindo MCs da cena freestyle
Victor Massaki e Time de Rima QIX reunindo MCs da cena freestyle

QIX e Massaki montam Time de Rima e unem skate, freestyle e cultura de rua

A cultura urbana brasileira acaba de ganhar um projeto que representa muito mais do que apenas uma parceria comercial. A tradicional marca QIX Skate anunciou oficialmente o Time de Rima QIX Massaki, iniciativa que reúne alguns nomes ligados ao freestyle nacional em uma proposta que conecta:

  • skate

  • rap

  • improviso

  • cultura de rua

  • identidade underground

O time é formado por:

  • Victor Massaki

  • Fauzi da Levada

  • Vick Vi

  • Dherik MC

  • Kairos do Flow

A iniciativa rapidamente chamou atenção dentro da cena justamente porque resgata algo que sempre esteve presente na essência da cultura urbana brasileira: a ligação entre skate e rap.

Segundo materiais divulgados pela própria marca, o projeto surge como uma equipe:

  • 100% underground

  • apoiada pela QIX

  • focada em representar a rua de forma verdadeira

A proposta reforça uma ideia que a marca vem construindo há décadas: não ser apenas uma fabricante de roupas e tênis, mas uma participante ativa da cultura urbana.

Por que a união entre skate e freestyle faz tanto sentido?

Para quem acompanha a cultura urbana desde os anos 90, essa conexão é praticamente natural.

O skate e o rap cresceram juntos em diversos contextos urbanos ao redor do mundo.

Ambos compartilham:

  • ocupação das ruas

  • expressão artística

  • resistência cultural

  • independência

  • identidade própria

No Brasil, essa relação sempre foi muito forte.

Diversos skatistas cresceram ouvindo:

  • Racionais MC's

  • Sabotage

  • Marcelo D2

  • Planet Hemp

  • rap underground paulista

Enquanto muitos MCs também vieram diretamente da cultura do skate.

O Time de Rima QIX parece justamente resgatar essa ponte histórica.

O que é a QIX dentro da cultura de rua?

Muito antes de streetwear virar tendência de mercado, a QIX já fazia parte da cultura urbana brasileira.

A marca surgiu nos anos 90 num momento em que o skate ainda possuía pouca estrutura nacional e poucas empresas realmente conectadas à cena. Segundo a própria história oficial da empresa, a QIX nasceu com o objetivo de criar produtos feitos por skatistas e para skatistas, mantendo ligação direta com a rua e com a identidade cultural do movimento.

Ao longo dos anos, a marca se consolidou como uma das maiores referências nacionais do segmento.

Mas o diferencial nunca ficou apenas nos produtos.

A empresa também investiu constantemente em:

  • eventos

  • atletas

  • artistas

  • coletivos urbanos

  • movimentos culturais

Essa postura ajudou a transformar a QIX numa marca muito respeitada dentro da cultura de rua brasileira.

A QIX sempre teve ligação com o rap?

Sim.

Historicamente, a marca já esteve ligada a nomes importantes da música urbana nacional.

Entre as conexões mais conhecidas aparecem artistas como:

  • Sabotage

  • Chorão

  • Kamau

A própria QIX costuma destacar essa relação histórica entre skate e rap em diversas campanhas recentes.

Essa aproximação nunca aconteceu apenas por estratégia de marketing.

Ela faz parte da própria formação cultural da marca.

Quem é Victor Massaki?

No centro do projeto aparece Victor Massaki, um dos artistas mais versáteis da nova geração do freestyle brasileiro.

Nascido em Guarulhos, Massaki construiu sua trajetória misturando:

  • improviso

  • música

  • teatro

  • internet

  • performance

  • palestras

Sua história ficou conhecida principalmente pelas rimas realizadas durante anos nos vagões de trem de São Paulo, experiência que posteriormente inspirou o projeto:

  • Do Vagão para o Mundo

O artista passou a ganhar projeção nacional após viralizações nas redes sociais e participações em programas de televisão.

Massaki representa uma nova geração do freestyle?

De certa forma, sim.

Diferente de muitos MCs focados exclusivamente em batalhas, Massaki desenvolveu uma carreira muito mais ampla.

Hoje ele transita entre:

  • rap

  • teatro

  • publicidade

  • televisão

  • palestras

  • conteúdo digital

Essa versatilidade ajudou o artista a romper bolhas e apresentar o freestyle para públicos muito maiores.

O skate sempre esteve presente na trajetória de Massaki?

Muito.

Além da música, o skate aparece constantemente na história do artista.

Segundo informações biográficas, Massaki cresceu andando de skate pelas ruas de Guarulhos e sempre manteve forte ligação com o esporte.

Essa conexão torna sua parceria com a QIX extremamente coerente culturalmente.

Não se trata apenas de um contrato.

Existe uma relação legítima entre:

  • vivência

  • lifestyle

  • identidade artística

Quem são os outros integrantes do Time de Rima?

Além de Massaki, o projeto reúne:

  • Fauzi da Levada

  • Vick Vi

  • Dherik MC

  • Kairos do Flow

Todos carregam forte ligação com a cultura do improviso e com a nova geração do freestyle brasileiro.

Embora possuam estilos diferentes, os artistas compartilham elementos importantes:

  • autenticidade

  • vivência de rua

  • improviso

  • construção independente

Vick Vi representa crescimento feminino no freestyle?

A presença de Vick Vi também possui enorme importância simbólica.

Nos últimos anos, as mulheres passaram a ocupar cada vez mais espaço dentro:

  • das batalhas

  • do rap

  • do freestyle

  • da música urbana

Esse crescimento ajudou a tornar a cena muito mais diversa artisticamente.

Projetos como o Time de Rima reforçam essa transformação.

O freestyle vive momento de expansão?

Sem dúvida.

O freestyle brasileiro passou por uma transformação gigantesca na última década.

As batalhas deixaram de ser apenas encontros locais para se tornarem:

  • eventos massivos

  • produtos digitais

  • conteúdo de streaming

  • plataformas de revelação artística

Hoje, muitos MCs conseguem construir carreira profissional através do improviso.

A internet ajudou nesse crescimento?

Completamente.

Plataformas como:

  • YouTube

  • TikTok

  • Instagram

permitiram que batalhas e improvisos alcançassem milhões de pessoas.

Isso transformou o freestyle em um dos movimentos culturais mais fortes da juventude brasileira.

A QIX entende essa nova geração?

A criação do Time de Rima sugere que sim.

A marca demonstra compreender que a cultura urbana atual não gira apenas em torno do skate.

Hoje existe uma enorme conexão entre:

  • skate

  • rap

  • trap

  • freestyle

  • moda

  • internet

Todos esses elementos fazem parte do mesmo ecossistema cultural.

O projeto tenta fortalecer artistas underground?

Esse parece ser um dos principais objetivos.

Nas comunicações divulgadas pela marca, existe uma forte valorização da ideia de representação real da rua.

O discurso reforça:

  • autenticidade

  • mérito

  • identidade cultural

  • fortalecimento da cena

Isso aproxima o projeto muito mais de um movimento cultural do que de uma simples campanha publicitária.

A cultura urbana voltou a valorizar coletivos?

Nos últimos anos, muitos projetos importantes passaram a funcionar através de coletivos.

Isso acontece porque a nova geração valoriza:

  • comunidade

  • colaboração

  • construção conjunta

O Time de Rima segue exatamente essa lógica.

Em vez de focar apenas num artista, a iniciativa cria um núcleo de representação coletiva.

O freestyle está se aproximando do streetwear?

Cada vez mais.

Hoje, marcas de cultura urbana entendem que o freestyle movimenta:

  • audiência

  • identidade

  • linguagem

  • influência cultural

Por isso, muitas empresas passaram a investir diretamente em:

  • MCs

  • batalhas

  • criadores ligados ao rap

A QIX já fez isso antes com outras áreas?

Sim.

Historicamente, a marca sempre trabalhou com:

  • skatistas

  • músicos

  • artistas visuais

  • nomes da cultura urbana

Além disso, possui colaborações ligadas a figuras importantes como Chorão e Sabotage.

O Time de Rima parece ser apenas uma evolução natural dessa trajetória.

O projeto pode abrir portas para outros MCs?

Existe grande possibilidade.

Quanto mais iniciativas desse tipo surgem, maiores se tornam as oportunidades para artistas independentes.

O freestyle continua sendo uma das maiores portas de entrada para novos talentos da música urbana brasileira.

Projetos estruturados ajudam a profissionalizar ainda mais esse caminho.

Massaki virou símbolo dessa nova fase?

Sua trajetória representa bastante esse momento.

Ele reúne elementos que dialogam diretamente com a cultura atual:

  • improviso

  • internet

  • performance

  • skate

  • empreendedorismo

  • arte urbana

Por isso, acaba funcionando como figura ideal para liderar uma iniciativa desse tipo.

O Time de Rima é mais do que entretenimento?

Tudo indica que sim.

A proposta parece funcionar também como:

  • fortalecimento cultural

  • valorização da rua

  • incentivo ao freestyle

  • conexão entre gerações

Isso ajuda o projeto a ganhar relevância além do marketing tradicional.

Conclusão

O Time de Rima QIX Massaki representa um encontro extremamente simbólico entre duas forças históricas da cultura urbana brasileira: o skate e o freestyle.

Ao reunir nomes como:

  • Victor Massaki

  • Fauzi da Levada

  • Vick Vi

  • Dherik MC

  • Kairos do Flow

a iniciativa mostra que a rua continua produzindo movimentos culturais autênticos mesmo em tempos de hiperconectividade digital.

Mais do que uma equipe de MCs, o projeto surge como uma extensão da própria identidade construída pela QIX ao longo de décadas: apoiar quem representa a cultura urbana de forma verdadeira, mantendo vivas as conexões entre música, skate, arte e expressão de rua.

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